quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
A Linguagem do Amor
Eloá Silveira de Souza
Nesta vida, tudo passa...
E, com o tempo, se vão as esperanças,
Sonhos confusos, esmaecidos, tentam sobreviver
Aos desenganos e às tristezas que pairam no ar...
É a vontade de correr, de gritar que se está vivo,
E que, mesmo assim, ainda vale a pena viver!...
É a ânsia de se descobrir segredos ao nosso redor
É o medo de se voltar, quando já não se sabe mais o que é melhor...
E nesta corda bamba, o que mais se quer,
O que mais se deseja, enfim, é se manter em pé...
È diginificar a sublimidade do amor,
Que é a essência do nosso ser,
A magnitude do coração, da fé e do perdão,
O brilho do sol, o nosso ar, mas a nossa dor.
Diz o poeta que quem ama é um eterno sofredor...
Mas, como se entender a vida, sem a linguagem do amor?
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